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Leonardo Schneider explicando a coluna com um modelo

Empresas · Saúde do trabalhador · Florianópolis e online

Do movimento ao funcionamento do cérebro.

É possível pensar e trabalhar melhor com a ajuda do movimento. Palestras, capacitações e diagnóstico em saúde do trabalhador.

Conversar com o Dr. Leonardo

Para quem é

Para quem passa o dia sentado, e para quem cuida dessa equipe.

Escritório, tecnologia, atendimento. Gente que produz pensando e que chega ao fim do dia com dor de cabeça, dor que desce para o braço, dor na coluna de ficar sentado, sono ruim e a mente acelerada. Gente que já sabe o que deveria fazer e não consegue encaixar no dia.

A ideia

Potência de agir no trabalho.

Muitas vezes a dor vem da ausência de movimento. E com ajustes mínimos no jeito de se mexer a gente consegue resultados muito interessantes na diminuição da dor1. Eu não entrego um programa pronto: olho a particularidade da empresa, como se produz, quem são as pessoas, o que cada função pede do corpo. Na capacitação, cada um aprende o que é mais adequado para o seu corpo, segundo a sua função, as suas características e a sua dor. E passa a usar o movimento a seu favor.

A pessoa é um todo. Menos dor já melhora o humor. E o movimento, por si, mexe nos mensageiros químicos que regulam como a gente se sente. A evidência aqui é forte: atividade física é uma das ferramentas com mais respaldo para depressão, ansiedade e sofrimento psíquico em adultos34. Não precisa ser academia. Práticas breves, encaixadas na rotina, já interferem nos estados de humor, e isso aparece na adesão e na satisfação com o trabalho. Serve também como prevenção da exaustão, que é o centro do burnout5.

O movimento na hora certa ajuda a gerir o estresse do dia, porque atua sobre o sistema nervoso autônomo, aquele que a gente não controla diretamente, mas que responde a práticas físicas muito pontuais. O sono vira um termômetro do dia vivido: quanto mais coerente foi a produção com a prática física, melhor o sono8. E quem se mexe pensa com o corpo a favor: a função executiva, que é atenção, foco e flexibilidade para trocar de tarefa, responde ao exercício67. É daí que vem a produção cognitiva e social de cada um.

Quem é Leonardo Schneider

Fisioterapeuta e osteopata, com 18 anos de consultório e um amplo estudo do movimento em cenários muito diferentes: do atleta ao trabalhador de fábrica, do escritório ao bebê e ao idoso. Mestre e doutor em Saúde Coletiva pela UFSC, onde desenvolveu formas de reduzir dor, afastamento e uso de remédios, e de aumentar a qualidade de vida em diferentes cenários. Atua com intervenções em ambientes empresariais, capacitações e palestras.

É dessa experiência que vem a capacidade de perceber onde e quando somos mais eficazes na mudança de comportamento de cada pessoa e de cada grupo: qual ajuste, em que quantidade, segundo as características de cada um. É isso que torna a indicação assertiva, e é isso que faz o tempo investido no movimento valer.

Entender o que deve ser feito e não conseguir fazer é normal. É esperado. Por isso a capacitação atua no comportamento e facilita a mudança.

Esse dado a gente já conhece: a maioria das pessoas não consegue mudar um comportamento sozinha. Então eu uso estratégias cognitivo-comportamentais aplicadas ao ambiente de trabalho para quebrar essa barreira, com ajustes mínimos, dentro da rotina de cada setor. A ideia é que cada pessoa se torne o próprio fisioterapeuta. Escrevi sobre isso no blog.

Como eu trabalho

A palestra nunca é a mesma.

Não é uma palestra fechada, protocolar. A palestra e a capacitação consideram sempre as características e o momento da sua empresa. O conhecimento é o mesmo; o jeito de entregar, nunca.

01 · Palestra

Para a semana de saúde ou um encontro da equipe

A empresa define o tempo e o grupo. Falo do corpo no trabalho de um jeito muito prático e aplicável: o que cada um pode fazer no próprio contexto, e como o movimento sustenta atenção, decisão e trabalho em equipe.

02 · Capacitação

Grupos menores, resultado mais ajustado

Aqui eu vou mais fundo. Cada pessoa entende e faz um diagnóstico da própria situação, considerando as suas características e a sua função. Como o grupo é menor, consigo ajustar o que cada um leva, e uma rotina breve que cabe no dia. Pode virar um ciclo de encontros ao longo do ano.

03 · Diagnóstico

Antes de qualquer programa

Eu conheço a empresa: o que ela produz, a sua missão, o seu contexto e as pessoas que nela trabalham. Depois, ajusto a palestra ou a capacitação às características da empresa.

Conversar com o Dr. Leonardo

Um caso real

O que os funcionários contam.

Relato · SAC e qualidade

Setor de SAC e qualidade

"Mudou muito a nossa postura no nosso âmbito de trabalho. A gente faz algumas paradas durante o dia para se alongar, orientado pelo Dr. Leonardo. Diminuiu bastante as minhas dores nos ombros."

"Tinha bastante insônia, mas estou dormindo muito bem. E a mente da gente está um pouco menos acelerada, com os exercícios e a nova alimentação."

Colaboradora, setor de SAC/qualidade · relato em vídeo, 1 min

Relato · dor crônica no trabalho

Fascite plantar e coluna

"Uns 8, 9 meses com essa dor. Tomava anti-inflamatório porque não aguentava. Não conseguia mais colocar o pé no chão e fazer meu serviço."

"Ele me ensinou vários exercícios. Fiz em casa, ele fez comigo aqui também. Começou a aliviar, tanto que não tenho tomado mais remédio para dormir."

Colaborador, produção · relato em vídeo, 1 min

Mais dois relatos em vídeo: dor na coluna e carga no trabalho · pressão alta, alimentação e caminhada. Relatos pessoais, com autorização; cada caso é um caso.

Leonardo Schneider sentado à mesa de madeira do consultório

Quem vai à sua empresa

Clínica de dor e Saúde Coletiva.

Sou fisioterapeuta desde 2009, osteopata, mestre e doutor em Saúde Coletiva pela UFSC. No doutorado, capacitei equipes de saúde e atendi junto com elas, para resolver mais com menos exames e remédios. Há 18 anos atendo dor no consultório, em Florianópolis.

Nas empresas, junto as duas coisas: o olhar sobre o coletivo e a mão de quem trata dor todo dia.

Conheça minha história

Perguntas frequentes

O que me perguntam antes de me chamar.

Presencial ou online?

Os dois. A empresa decide. Estou em Florianópolis, e se for em outra cidade ou outro estado, eu viajo.

Quanto custa?

É só conversar comigo. Entendo o que a empresa precisa, faço um primeiro diagnóstico e envio a proposta.

Referências científicas

  1. Skamagki G, et al. Workplace interventions for chronic musculoskeletal disorders: a systematic review. BMJ Open. 2026;16:e115276. Link
  2. Grimani A, Aboagye E, Kwak L. The effectiveness of workplace nutrition and physical activity interventions in improving productivity, work performance and workability: a systematic review. BMC Public Health. 2019;19:1676. Link
  3. Singh B, et al. Effectiveness of physical activity interventions for improving depression, anxiety and distress: an overview of systematic reviews. Br J Sports Med. 2023;57:1203-9. Link
  4. Noetel M, et al. Effect of exercise for depression: systematic review and network meta-analysis of randomised controlled trials. BMJ. 2024;384:e075847. Link
  5. Naczenski LM, et al. Systematic review of the association between physical activity and burnout. J Occup Health. 2017;59:477-94. Link
  6. Zhang W, et al. Effects of exercise intervention on executive function in college students: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Front Public Health. 2026;14:1876948. Link
  7. Ren FF, et al. Effects of aerobic exercise on core executive function in adults with major depressive disorder: a systematic review and three-level meta-analysis. Psychiatry Res. 2026;359:117023. Link
  8. Kredlow MA, et al. The effects of physical activity on sleep: a meta-analytic review. J Behav Med. 2015;38:427-49. Link

Quanto da sua equipe está trabalhando com dor?

Me conte como é a sua empresa e o que você já tentou. A conversa começa comigo, pelo WhatsApp.